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Diário RJ - Just.Est. - II - Judicial - 2ª Instância

documentos anexados com a inicial.8. Mesmo diante da hipossuficiencia tecnica, os consumidores fizeram prova do que alegaram e a empresa fornecedora de energia eletrica nao se desincumbiu do onus que lhe atribuia o artigo 333, inciso II, do CPC/73, de modo que deve ser instalado o equipamento medidor na residencia dos autores.9. O dano moral decorrente do indevido nao fornecimento de energia eletrica e tao patente, que este Egregio Tribunal tem entendimento sumulado quanto ao tema, aplicando-se, por analogia, o verbete de sumula no 192, in verbis: "A indevida interrupcao na prestacao de servicos essenciais de agua, energia eletrica, telefone e gas configura dano moral."10. A decisao a quo fixou a indenizacao em R$ 5.000,00 para cada autor, o que se revela desproporcional, tendo em vista as peculiaridades da demanda em tela, uma vez que nao demonstraram como o evento os abalou individualmente, merecendo ser reduzida para a quantia total de R$ 5.000,00 para a unidade familiar. 11. Recurso

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