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Diário RJ - Just.Est. - II - Judicial - 2ª Instância

A Re alega que a interrupcao no fornecimento do servico a residencia do Autor se deu em razao de terceiro, ou seja, que houve inobservancia por terceiro das normas de navegacao maritima, causando rompimento dos cabos submarinos. Ocorre que o alegado pela re naodeveprosperar umavezqueenotorioerecorrenteo rompimentodosreferidos cabospor suposto desrespeito das normas maritimas por embarcacoes locais, a empresa re deveria ja ter realizado investimentos e tomado precaucoes no sentido de colocar os cabos de forma que nao hajamais comoserem rompidosporembarcacoes,umavezqueedesua responsabilidade, trata-se de risco do empreendimento, nao se pode so querer ganhar, mas deve-se arcar com as responsabilidadese deveres paraexercertalatividadelucrativa.A alegacao de tal fato nao e capaz de excluir a responsabilidade objetiva da Re, pois se trata de fatos relacionados diretamente a atividade exercida pela Re e inerentes ao negocio por ela desenvolvido. Destarte, resta patente o vicio de qualidade do servico prestado pela Re, que causou a interrupcao do servico em relacao ao usuario, configurando-se assim o

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