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separadamente sao mensurados ao custo no momento do seu reconhecimento inicial. Apos
o reconhecimento inicial, os ativos intangiveis sao apresentados ao custo, menos
amortizacao acumulada e perdas acumuladas de valor recuperavel. Nao ha ativos intangiveis
gerados internamente. Ativos intangiveis com vida definida sao amortizados ao longo da vida
util economica e avaliados em relacao a perda por reducao ao valor recuperavel sempre que
houver indicacao de perda de valor economico do ativo. O periodo e o metodo de amortizacao
para um ativo intangivel com vida definida sao revisados no minimo ao final de cada exercicio
social. Mudancas na vida util estimada ou no consumo esperado dos beneficios economicos
futuros desses ativos sao contabilizadas por meio de mudancas no periodo ou metodo de
amortizacao, conforme o caso, sendo tratadas como mudancas de estimativas contabeis. A
amortizacao de ativos intangiveis com vida definida e reconhecida na demonstracao do
resultado na categoria de despesa consistente com a utilizacao do ativo intangivel. Ativos
intangiveis com vida util indefinida nao sao amortizados, mas sao testados anualmente em
relacao a perdas por reducao ao valor recuperavel, individualmente ou no nivel da unidade
geradora de caixa. A avaliacao de vida util indefinida e revisada anualmente para determinar
se essa avaliacao continua a ser justificavel. Quando aplicavel, a mudanca na vida util de
indefinida para definida e feita de forma prospectiva. 2.9 Perda por reducao ao valor
recuperavel de ativos nao financeiros: A administracao revisa anualmente o valor contabil
liquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudancas nas circunstancias
economicas, operacionais ou tecnologicas que possam indicar deterioracao ou perda de seu
valor recuperavel. Sendo tais evidencias identificadas e o valor contabil liquido exceder o
valor recuperavel, e constituida provisao para desvalorizacao ajustando o valor contabil
liquido ao valor recuperavel. O valor recuperavel de um ativo ou de determinada unidade
geradora de caixa e definido como sendo o maior entre o valor em uso e o valor liquido de
venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, os fluxos de caixa futuros estimados sao
descontados ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto antes dos impostos que
reflita o custo medio ponderado de capital para a industria em que opera a unidade geradora
de caixa. O valor liquido de venda e determinado, sempre que possivel, com base em
contrato de venda firme em uma transacao em bases comutativas, entre partes conhecedoras
e interessadas, ajustado por despesas atribuiveis a venda do ativo, ou, quando nao ha
contrato de venda firme, com base no preco de mercado de um mercado ativo, ou no preco da
transacao mais recente com ativos semelhantes. Nos exercicios findos em 31/12/2018 e
2017 nao houve a necessidade de constituicao de provisao para o valor recuperavel de ativos
nao financeiros. 2.10 Emprestimos e financiamentos: Os emprestimos sao reconhecidos,
inicialmente, pelo valor justo, liquido dos custos incorridos na transacao e sao,
subsequentemente, demonstrados pelo custo amortizado. Qualquer diferenca entre os
valores captados (liquidos dos custos da transacao) e o valor total a pagar e reconhecida na
demonstracao do resultado durante o periodo em que os emprestimos estejam em aberto,
utilizando o metodo da taxa efetiva de juros. Apos reconhecimento inicial, emprestimos e
financiamentos sujeitos a juros sao mensurados subsequentemente pelo custo amortizado,
utilizando o metodo da taxa de juros efetivos. Ganhos e perdas sao reconhecidos na
demonstracao do resultado no momento da baixa dos passivos, bem como durante o
processo de amortizacao pelo metodo da taxa de juros efetivos. 2.11 Caixa e equivalentes
de caixa: Os equivalentes de caixa sao mantidos com a finalidade de atender a compromissos
de caixa de curto prazo, e nao para investimento ou outros fins sendo representados por
valores depositados em conta corrente e caixa. A Companhia tambem considerada
equivalentes de caixa uma aplicacao financeira de conversibilidade imediata em um
montante conhecido de caixa e estando sujeita a um insignificante risco de mudanca de valor.
Por conseguinte, um investimento, normalmente, se qualifica como equivalente de caixa
quando tem vencimento de curto prazo, por exemplo, tres meses ou menos, a contar da data
da contratacao. 2.12 Provisoes: Geral: Provisoes sao reconhecidas quando a Companhia
tem uma obrigacao presente (legal ou nao formalizada) em consequencia de um evento
passado, e provavel que beneficios economicos sejam requeridos para liquidar a obrigacao e
uma estimativa confiavel do valor da obrigacao possa ser feita. Quando a Companhia espera
que o valor de uma provisao seja reembolsado, no todo ou em parte, por exemplo, por forca
de um contrato de seguro, o reembolso e reconhecido como um ativo separado, mas apenas
quando o reembolso for praticamente certo. A despesa relativa a qualquer provisao e
apresentada na demonstracao do resultado, liquida de qualquer reembolso. Provisoes para
riscos tributarios, civeis e trabalhistas: A Companhia e parte de diversos processos
judiciais e administrativos. Provisoes sao constituidas para todas as contingencias referentes
a processos judiciais para os quais e provavel que uma saida de recursos seja feita para
liquidar a contingencia/obrigacao e uma estimativa razoavel possa ser feita. A avaliacao da
probabilidade de perda inclui a avaliacao das evidencias disponiveis, a hierarquia das leis, as
jurisprudencias disponiveis, as decisoes mais recentes nos tribunais e sua relevancia no
ordenamento juridico, bem como a avaliacao dos advogados externos. As provisoes sao
revisadas e ajustadas para levar em conta alteracoes nas circunstancias, tais como prazo de
prescricao aplicavel, conclusoes de inspecoes fiscais ou exposicoes adicionais identificadas
com base em novos assuntos ou decisoes de tribunais. 2.13 Informacoes por segmento: A
Companhia desenvolve suas atividades de negocio considerando um unico segmento
operacional que e utilizado como base para a gestao e para a tomada de decisoes. 2.14
Demonstracao do Valor Adicionado (DVA): Essa demonstracao tem por finalidade
evidenciar a riqueza criada pela Companhia e sua distribuicao durante determinado periodo.
E apresentada, conforme requerido pela legislacao societaria brasileira, como parte de suas
demonstracoes financeiras e como informacao suplementar as demonstracoes financeiras,
por ser uma demonstracao prevista e obrigatoria para Companhias listadas no Brasil. 2.15
Pronunciamentos emitidos mas que nao estavam em vigor em 31/12/2018: CPC 06 R2
(IFRS 16) Operacoes de arrendamento mercantil: O CPC 06 (R2) - Operacoes de
arrendamento mercantil, emitido pelo CPC e equivalente a norma internacional IFRS 16 Leases, emitida em janeiro de 2016 em substituicao a versao anterior da referida norma (CPC
06 (R1), equivalente a norma internacional IAS 17). O CPC 06 (R2) estabelece os principios
para o reconhecimento, mensuracao, apresentacao e divulgacao de operacoes de
arrendamento mercantil e exige que os arrendatarios contabilizem todos os arrendamentos
conforme um unico modelo de balanco patrimonial, similar a contabilizacao de arrendamentos
financeiros nos moldes do CPC 06 (R1). A norma inclui duas isencoes de reconhecimento
para os arrendatarios - arrendamentos de ativos de baixo valor (por exemplo, computadores
pessoais) e arrendamentos de curto prazo (ou seja, arrendamentos com prazo de 12 meses
ou menos). Na data de inicio de um arrendamento, o arrendatario reconhece um passivo para
efetuar os pagamentos (um passivo de arrendamento) e um ativo representando o direito de
usar o ativo objeto durante o prazo do arrendamento (um ativo de direito de uso). Os
arrendatarios devem reconhecer separadamente as despesas com juros sobre o passivo de
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