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Diário CE - Justiça

audiencia de conciliacao, nao foi auferido acordo. Em sua contestacao a promovida alega que e parte ilegitima para figurar 
no polo passivo da acao pois nao teria realizado conduta que contribuiu para o roubo dos valores da promovente. Alega ainda 
que diante da comprovacao de culpa exclusiva de terceiros, nao teria responsabilidade em reparar os danos sofridos pela 
promovente. Breve relatorio. Passo a fundamentar e decidir: FUNDAMENTACAO: Inicialmente, o presente caso sera analisado 
segundo as disposicoes do codigo de defesa do consumidor, considerando que as alegacoes da promovente se fundamentam 
em responsabilidade de fornecedor de servicos por falha/defeito no servico e que a analise de merito deve se limitar aos fatos 
descritos na inicial a aos requerimentos formulados pela parte autora. Trata-se de situacao que se assemelha a figura comumente 
chamada de saidinha bancaria. Onde criminosos observam de dentro das agencias bancarias quais clientes realizam saques 
em valores elevados, para posteriormente repassar a informacao para comparsas fora da agencia que aplicarao golpes ou 
roubarao/furtarao a pessoa apontada. A peculiaridade do presente caso e a informacao relatada pela propria autora de que teria 
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