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Diário RJ - Just.Est. - II - Judicial - 2ª Instância

ficaram no local aguardando a Supervisao. Ao contrario, nega tal fato. Afirma que esteve no local enquanto os Agentes da 1a DPJM ali estavam, sendo informado de que os Reus seriam conduzidos aquela Delegacia, fato que comunicou ao Comandante do 22o BPM, saindo local para continuar a supervisao normal. Acrescentou que, posteriormente, foi acionado para comparecer novamente ao local, e, ali chegando, o Tenente FERNANDES deu a voz de prisao aos Reus na presenca do declarante. Ja o Policial Militar Antonio Grandin, que seria integrante da outra guarnicao mencionada pelos Reus, afirma em Juizo que sua guarnicao foi autorizada a realizar abordagem no local dos fatos e que, por ser uma localidade onde ocorrem muitos delitos, a guarnicao de Fabiano passou a auxilia-los na abordagem. No entanto, repise-se aqui todo o ja comentado relativamente a versao dos Reus, ou seja: atuacao em desconformidade com ordem de servico recebida e o fato de que a guarnicao de Grandin se retirou do local, mas, a despeito disto, ali ainda permaneceu a guarnicao dos Reus, com a viatura em posicao perpendicular a via, e realizando abordagens. A versao do Reu Idarlei no sentido de que apenas abriu a porta do carro para olhar se havia droga ou arma foi afastada pelo relato seguro da vitima, o qual, como dito, e corroborado pelas imagens colhidas pelos Agentes da DPJM. E, como se ve das imagens, a forma e rapidez do proceder do referido Reu nao e compativel com alegacao de estar revistando o veiculo. Diante de todo o contexto dos fatos, ja exaustivamente destacado, estou convencida de que, como argumenta o MP em seu Recurso,os tres Reus estavam unidos em comunhao de acoes e designios para o cometimento de ilicitos como aquele narrado na Denuncia. A mecanica de todos os

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