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Diário RJ - Just.Est. - II - Judicial - 2ª Instância

tentativa de desfazer o alegado equivoco, ante a afirmacao do autor no sentido de nao haver contratado o emprestimo. Por outro lado, o silencia do autor acerca do montante do emprestimo comprovadamente depositado em sua conta bancaria, denota atitude incompativel com a alegacao de nao haver contratado o emprestimo. Ora, verificando o deposito em sua conta bancaria, deveria ter procurado devolver o montante nao solicitado. Se nao o fez, nao se insurgindo, tampouco, de imediato, contra os descontos realizados em folha de pagamento, nao havendo nenhuma comprovacao de que tenha efetivamente entrado em contato com o banco para resolver a questao, conclui-se que concordou com o emprestimo. Essa a interpretacao que se da, em observancia ao principio da boa-fe objetiva, que deve reger os contratos, inclusive aqueles que versam sobre relacao de consumo. A proposito: Apelacao Civel. Direito do Consumidor. Acao de Obrigacao de Fazer c/c Indenizatoria por Danos Morais e pedido de Tutela Antecipada. Alegacao autoral de que nao celebrou contrato de emprestimo bancario. Tutela antecipada deferida determinando a suspensao dos

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