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Diário PR - Com. Ind. e Serviços

periodo mais curto, caso a vida esperada do instrumento seja menor do que 12 meses).
O periodo maximo considerado na estimativa de perda de credito esperada e o periodo
contratual maximo durante o qual a Companhia e suas controladas estao expostas ao risco
de credito.
Mensuracao das perdas de credito esperadas
As perdas de credito esperadas sao estimativas ponderadas pela probabilidade de perdas
de credito. As perdas de credito sao mensuradas a valor presente com base em todas as
insuficiencias de caixa (ou seja, a diferenca entre os fluxos de caixa devidos a Companhia
e suas controladas de acordo com o contrato e os fluxos de caixa que a Companhia e suas
controladas esperam receber).
As perdas de credito esperadas sao descontadas pela taxa de juros efetiva do ativo financeiro.
Ativos financeiros com problemas de recuperacao
Em cada data de balanco, a Companhia e suas controladas avaliam se os ativos financeiros
contabilizados pelo custo amortizado e os titulos de divida mensurados ao VJORA estao com
problemas de recuperacao. Um ativo financeiro possui problemas de recuperacao quando
ocorrem um ou mais eventos com impacto prejudicial nos fluxos de caixa futuros estimados
do ativo financeiro.
Evidencia objetiva de que ativos financeiros tiveram problemas de recuperacao inclui os
seguintes dados observaveis:
 quebra de clausulas contratuais, tais como inadimplencia ou atraso de mais de 180 dias;
 reestruturacao de um valor devido a Companhia e suas controladas em condicoes que nao
seriam aceitas em condicoes normais;
 a probabilidade que o devedor entrara em falencia ou passara por outro tipo de reorganizacao
financeira; ou
 o desaparecimento de mercado ativo para o titulo por causa de dificuldades financeiras.
Apresentacao da provisao para perdas de credito esperadas no balanco patrimonial
A provisao para perdas para ativos financeiros mensurados pelo custo amortizado e deduzida
do valor contabil bruto dos ativos.
Baixa
O valor contabil bruto de um ativo financeiro e baixado quando a Companhia e suas controladas
nao tem expectativa razoavel de recuperar o ativo financeiro em sua totalidade ou em parte.
Com relacao a clientes individuais ou corporativos, a Companhia e suas controladas fazem
uma avaliacao individual sobre a epoca e o valor da baixa com base na existencia ou nao
de expectativa razoavel de recuperacao. A Companhia e suas controladas nao esperam
nenhuma recuperacao significativa do valor baixado. No entanto, os ativos financeiros baixados
podem ainda estar sujeitos a execucao de credito para o cumprimento dos procedimentos da
Companhia e suas controladas para a recuperacao dos valores devidos.
Politica aplicavel antes de 1o de janeiro de 2018
Ativos financeiros nao derivativos
Ativos financeiros nao classificados como ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado
eram avaliados em cada data de balanco para determinar se havia evidencia objetiva de perda
por reducao ao valor recuperavel.
Evidencia objetiva de que ativos financeiros tiveram perda de valor incluia:
 inadimplencia ou atrasos do devedor;
 reestruturacao de um valor devido a Companhia e suas controladas em condicoes que nao
seriam aceitas em condicoes normais;
 indicativos de que o devedor ira entrar em falencia/recuperacao judicial;
 mudancas negativas na situacao de pagamentos dos devedores;
 o desaparecimento de mercado ativo para o titulo por causa de dificuldades financeiras; ou
 dados observaveis indicando que houve um declinio na mensuracao dos fluxos de caixa
esperados de um grupo de ativos financeiros.
A Companhia e suas controladas consideravam evidencia de perda
de valor de ativos mensurados pelo custo amortizado tanto em nivel
individual como em nivel coletivo. Todos os ativos individualmente
significativos eram avaliados quanto a perda por reducao ao
valor recuperavel. Aqueles que nao tinham sofrido perda de valor
individualmente eram entao avaliados coletivamente quanto a qualquer
perda de valor que pudesse ter ocorrido, mas nao tinha ainda sido
identificada. Ativos que nao eram individualmente significativos
eram avaliados coletivamente quanto a perda de valor com base no
agrupamento de ativos com caracteristicas de risco similares.

Ativo
Ao avaliar a perda por reducao ao valor recuperavel de forma coletiva, a
financeiro
e suas controladas utilizavam tendencias historicas do prazo
mensurado a custo Companhia
de recuperacao e dos valores de perda incorridos, ajustados para refletir
amortizado
o julgamento da Administracao se as condicoes economicas e de credito
atuais eram tais que as perdas reais provavelmente seriam maiores ou
menores que as sugeridas pelas tendencias historicas.
Uma perda por reducao ao valor recuperavel foi calculada como a
diferenca entre o valor contabil e o valor presente dos fluxos de caixa
futuros estimados, descontados a taxa de juros efetiva original do ativo.
As perdas foram reconhecidas no resultado e refletidas em uma conta
de provisao. Quando a Companhia e suas controladas consideraram
que nao havia expectativas razoaveis de recuperacao, os valores foram
baixados. Quando um evento subsequente indicou uma reducao da
perda, a provisao foi revertida atraves do resultado.
(ii) Ativos nao financeiros
Os valores contabeis dos ativos nao financeiros da Companhia e suas controladas, que nao os
ativos fiscais diferidos, sao revistos a cada data de balanco para apurar se ha indicacao de perda
no valor recuperavel. Caso ocorra tal indicacao, entao o valor recuperavel do ativo e estimado.
No caso do agio, o valor recuperavel e testado anualmente.
Para testes de reducao ao valor recuperavel, os ativos sao agrupados em Unidades Geradoras
de Caixa (UGC), ou seja, no menor grupo possivel de ativos que gera entradas de caixa pelo seu
uso continuo, entradas essas que sao em grande parte independentes das entradas de caixa de
outros ativos ou UGCs. O agio de combinacoes de negocios e alocado as UGCs ou grupos de
UGCs que se espera que irao se beneficiar das sinergias da combinacao.
O valor recuperavel de um ativo ou UGC e o maior entre o seu valor em uso e o seu valor justo
menos custos para vender. O valor em uso e baseado em fluxos de caixa futuros estimados,
descontados a valor presente usando uma taxa de desconto antes dos impostos que reflita as
avaliacoes atuais de mercado do valor do dinheiro no tempo e os riscos especificos do ativo

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ou da UGC.
Uma perda por reducao ao valor recuperavel e reconhecida se o valor contabil do ativo ou UGC
exceder o seu valor recuperavel.
Perdas por reducao ao valor recuperavel sao reconhecidas no resultado. Perdas reconhecidas
referentes as UGCs sao inicialmente alocadas para reducao de qualquer agio alocado a esta
UGC (ou grupo de UGCs), e entao para reducao do valor contabil dos outros ativos da UGC (ou
grupo de UGCs) de forma pro rata.
Uma perda por reducao ao valor recuperavel relacionada ao agio nao e revertida. Quanto aos
demais ativos, as perdas por reducao ao valor recuperavel sao revertidas somente na extensao
em que o novo valor contabil do ativo nao exceda o valor contabil que teria sido apurado, liquido
de depreciacao ou amortizacao, caso a perda de valor nao tivesse sido reconhecida.
n. Provisoes
Uma provisao e reconhecida, em funcao de um evento passado, se a Companhia e suas
controladas tem uma obrigacao legal ou construtiva presente que possa ser estimada de maneira
confiavel, e e provavel que um recurso economico seja exigido para liquidar a obrigacao. Se o
efeito temporal do montante for significativo, as provisoes sao apuradas atraves do desconto
dos fluxos de caixa futuros esperados a uma taxa antes de impostos que reflete as avaliacoes
atuais de mercado quanto ao valor do dinheiro no tempo e riscos especificos para o passivo.
Os efeitos do desreconhecimento do desconto pela passagem do tempo sao reconhecidos no
resultado como despesa financeira.
o. Arrendamentos
(i) Determinando quando um contrato contem um arrendamento
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