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Diário CE - Justiça

Civis, p. 352). So assim, a tutela civil reparatoria sera capaz de satisfazer os fins educativo e preventivo a que se destina, 
gerando, no animo da vitima, a certeza de que o ato ofensivo nao ficou impune. Bem se ve, portanto, que, para a vitima, a 
indenizacao satisfaz o carater expiatorio nao so a medida que compensa os danos morais experimentados, mas tambem, e 
principalmente, a proporcao que cumpra, em relacao ao ofensor, sua funcao punitiva, dissuadindo-o de reincidir na pratica dos 
atos lesivos. Com isso, a soma em dinheiro, na qual deve ser convertida a indenizacao, precisa ser expressiva, significativa, sob 
pena de nao repercutir no animo do agressor e, assim, de funcionar como estimulo a novas agressoes, nao demovendo-o da 
reincidencia, deixando de lhe corrigir a conduta, sendo certo que a sua obrigacao expiatoria seja sentida financeiramente, 
porque e onde mais lhe pesara como advertencia, pois, como bem adverte CARLOS ALBERTO BITTAR, o peso de onus 
financeiro e, em um mundo em que cintilam interesses economicos, a resposta pecuniaria mais adequada a lesionamentos de 
ordem moral (Reparacao Civil por Danos Morais, RT, 1999, p. 220/222). Em sintese, quanto ao valor indenizatorio do dano 
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